Por biblioteca | Colocado em PNL | Publicado a 10 Mar 2010


No âmbito do Plano Nacional de Leitura as educadoras das Turmas AP e BP de Perelhal resolveram trabalhar esta história, com os seus alunos, levando – os a terem novas experiências na área da expressão plástica e comunicação. Para isso, e depois de terem explorado o conto verbalmente, recontado a história, fazendo a reflexão sobre a mesma, assim como os registos gráficos, seguidamente foi proposto aos grupos a apresentação da história através de teatro de sombras.
Assim sendo, foram distribuídas tarefas pelas duas turmas, primeiramente foram executadas as figuras em cartolina preta e papel celofane. Depois de composto o cenário, as educadoras apresentaram a história e no final desta, os alunos que manifestaram interesse em reconta-la, fizeram-no com sucesso.
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Capítulo 1(Uma Boa Surpresa)
Era uma vez uma família de coelhos, constituída por sete animais, pai, mãe e cinco filhos. Os pequenos chamavam – se Orelhudo, Pachorrento, Malhadinha, Remexida e Amarelita.
Certo dia os pais anunciaram que iriam mudar de casa. Esta localizar – se – ia debaixo de uma árvore, a mais bonita que o pai coelho tinha visto na sua vida. Os coelhinhos ficaram muito contentes com a novidade e trataram imediatamente de arrumar as suas coisas.
Texto colectivo
Passado a Computador por: Raquel e Catarina do 2.º ano
Capítulo2 (Discussão de Vizinhos)
Os habitantes da árvore, de manhã cedo, puseram – se a discutir por causa dos novos animais se mudarem para lá.
A toupeira achava má ideia eles se mudarem para lá, o ouriço – cacheiro achava que podia fazer amizade com eles, o pica – pau disse que conheceu a família que tinha boa pinta e sabiam tocar piano.
As abelhas disseram que se a família de coelhos fosse bem educada que podia viver lá, mas se fossem mal educados, destruíssem a colmeia e roubassem o mel, não podiam viver lá.
Texto de Raquel, 2.º ano
Passado a computador por: Raquel e Daniel
Capítulo 3 (Festa na árvore grande)
A família dos coelhos foi ver a casa nova, que era uma belíssima árvore. Os filhotes ficaram encantados e começaram aos pulos na brincadeira excepto o Pachorrento que apenas observava. Foi ele o primeiro a ver a toupeira a espreitar e logo travou conversa. Achou-a parecida com uma amiga da avó, a Pascoalina mas essa era a prima da toupeira, sua vizinha, a Natalina.
Entretanto o pica-pau conversava com a Amarelita e a Malhadinha, o ouriço-cacheiro falava com o Orelhudo e a Remexida continuava a mexer em tudo. A toupeira Natalina e o pica-pau disponibilizaram-se para ajudar a família dos coelhos, caso esta necessitasse.
Apareceu um carro com uma família para fazerem um piquenique. Todos os animais ficaram radiantes pois iriam beneficiar de um banquete diferente. Os coelhinhos aperceberam-se que a família dos humanos tinha crianças a jogar à bola. Quiseram ir jogar mas o pai coelho não deixou. Todos os animais se recolheram nas suas tocas, excepto o pica-pau que se ficou a exibir para os humanos.
Texto colectivo
Passado a computador por Filipe e Nuno
Capítulo 4 (Piquenique na floresta)
As crianças brincavam e divertiam-se imenso. Durante toda a tarde jogaram à bola e até construíram uma cabana com ramos secos. A certa altura o pai sugeriu que fizessem uma fogueira para assar salsichas. Todos ajudaram apanhando pinhas, paus, e cascas de árvores. A fogueira ficou enorme não dando para grelhar porque as labaredas eram demasiado quentes e os garfos aqueciam muito. Decidiram então, comer os cachorros frios. De seguida, foram para a cabana jogar cartas e comer amoras. Chegou a hora de partirem e por isso, arrumaram tudo dentro do carro. As crianças alertaram o pai para a existência da fogueira ainda em brasas mas este disse-lhes que esta se apagaria por si.
Como sempre, o pica-pau sobrevoou a clareira e reparou na fogueira ficando muito aflito.
Texto colectivo
Passado a computador por Filipa e Ricardo.
Capítulo 5 (Fogo!)
O vento soprava, as cinzas espalhavam-se e o lume alastrava-se. Tinha começado o incêndio na floresta. Todos os animais que viviam naquele local andavam entretidos nas suas lides do dia-a-dia.
De rompante, ouviram o pica-pau gritar aflitivamente «Fogo, fogo, a floresta está a arder». Houve uma grande confusão, todos os animais tentaram fugir. Os pássaros, o ouriço e a mãe coelha foram os primeiros a aparecer. A toupeira apareceu posteriormente, com quatro coelhinhos depois de ter sido chamada várias vezes pela mãe coelha.
Nessa altura a mãe deu conta da falta da sua filhota Remexida. Ainda tentou ir procurá-la mas a toupeira não permitiu. Pouco tempo depois, apareceu o pai coelho e trazia com ele a Remexida.
Todos ficaram felizes pois estavam a salvo.
Finalmente, apareceu o pica-pau que comunicou aos outros animais que iria procurar uma floresta nova onde todos pudessem viver.
Texto colectivo
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Estava acordada
E fui à estrada.
Quando reparei
Um cão com uma espada
Tudo mudou
Porque a cauda cortou!
E logo chorou!
E um grito deu
A sua cauda perdeu.
Fugiu depressa
A minha cauda é essa
Mas responderam que não
E ele já não era cão
Mas agora estava tudo bem
Encontrei a cauda
E não foi preciso ninguém!
Ana Catarina – 4º ano
Era uma vez um cão
Um cão que andava
Que andava de mau humor
A mãe chegou e perguntou:
- Olha para ti! Nem pareces um cão?
E foi embora a pobre coitada,
Coitada sem coração!
O cão sem perceber virou-se e suspirou:
- Se eu não sou o cão, então, eu quem sou?
Virou-se para traz…
Por cima do ombro espreito:
-Então, a minha cauda? Quem a roubou…
-Não a sinto, não a apanho e senão sou um cão,
Então quem sou?
E foi lá ele, triste pela rua fora
Sem reparar na hora
Triste lá ficou…
Passou a mãe estafada
Com o osso para partilhar
E quando viu o cão
Foi-lhe perguntar:
- Então, que se passa?
- Perdi a minha cauda original!
- Deixa de ser patético! E anda ao meu quintal!
Viu-se ao espelho e disse:
-Não perdeu a cauda afinal.
Sofia – 4º ano
A semana da leitura é comemorada desde o dia 1 de Março a 5 de Março de 2010. Hoje, 3 de Março pelas 11h, veio uma Encarregada de educação cá á escola. Essa senhora chama-se Maria José e é mãe da Marta, Maria e Tomás. Veio à nossa escola dinamizar uma actividade no âmbito da semana da leitura. Com ela trouxe duas maravilhosas histórias, Alana a bailarina da água (uma narrativa) e O rabo do esquilo (poesia).
As histórias eram engraçadas. A minha história preferida foi: Alana a bailarina da água. Eu já fui bailarina, e sei pelo que Alana passou. Mas bem, o poema também era bastante engraçado. Em fim, adorei este momento porque descontrai, mas estive atenta!
Eu achei que este invento foi excelente, pois motivou todo o mundo a ler.
Sofia Eiras
10 anos
BI/JI de Creixomil



5º ano: 6ºano
Julie, 5ºB, nº17 Diana Duarte, 6ºC, nº7
Ana Rita Silva, 5º A, nº3 Regina Guimarães, 6ºB, nº18
Joana Gomes, 5ºC, nº15 Leandro Carvalho, 6ºB, nº15


